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No Espelho
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"Acredite naquilo que quiser. E, não adianta sonhar, se você não lutar.
O mundo é um espelho. Não veja só o seu reflexo. Só acreditando num futuro, você conseguirá a paz para alcançar seus sonhos."

"A forma e o reflexo se observam. Tu não és o reflexo, Mas o reflexo és tu."

Sexta-feira, Março 31, 2006

"Um dos primeiros Presidentes do Brasil foi o Prudente de Morais, daí prá frente tivemos um monte de Presidentes imprudentes e imorais..."



A arte de escrever
Tudo de acordo com o alcance de cada um...

DOUTORADO

O dissacarídeo de fórmula C12H22O11, obtido através da fervura e da evaporação de H2O do líquido resultante da prensagem do caule da gramínea Saccharus officinarum Linneu, 1758, isento de qualquer outro tipo de processamento suplementar que elimine suas impurezas, quando apresentado sob a forma geométrica de sólidos de reduzidas dimensões e arestas retilíneas, configurando pirâmides truncadas de base oblonga e pequena altura, uma vez submetido a um toque no órgão do paladar de quem se disponha a um teste organoléptico, impressiona favoravelmente as papilas gustativas, sugerindo impressão sensorial equivalente provocada pelo mesmo dissacarídeo em estado bruto, que ocorre no líquido nutritivo da alta viscosidade, produzindo nos órgãos especiais existentes na Apis mellifera, Linneu, 1758. No entanto, é possível comprovar experimentalmente que esse dissacarídeo, no estado físico-químico descrito e apresentado sob aquela forma geométrica, apresenta considerável resistência a modificar apreciavelmente suas dimensões quando submetido a tensões mecânicas de compressão ao longo do seu eixo em conseqüência da pequena capacidade de deformação que lhe é peculiar.

MESTRADO

A sacarose extraída da cana de açúcar, que ainda não tenha passado pelo processo de purificação e refino, apresentando-se sob a forma de pequenos sólidos tronco-piramidais de base retangular, impressiona agradavelmente o paladar, lembrando a sensação provocada pela mesma sacarose produzida pelas abelhas em um peculiar líquido espesso e nutritivo. Entretanto, não altera suas dimensões lineares ou suas proporções quando submetida a uma tensão axial em conseqüência da aplicação de compressões equivalentes e opostas.

GRADUAÇÃO

O açúcar, quando ainda não submetido à refinação e, apresentando-se em blocos sólidos de pequenas dimensões e forma tronco-piramidal, tem sabor deleitável da secreção alimentar das abelhas; todavia não muda suas proporções quando sujeito à compressão.

ENSINO MÉDIO

Açúcar não refinado, sob a forma de pequenos blocos, tem o sabor agradável do mel, porém não muda de forma quando pressionado.

ENSINO FUNDAMENTAL

Açúcar mascavo em tijolinhos tem o sabor adocicado, mas não é macio ou flexível.

SABEDORIA POPULAR

Rapadura é doce, mas não é mole, não!!!



FANTASIA SEXUAL

Num bar, o sujeito encontra uma bela morena, amiga de sua mulher.
Ela chega toda insinuante e diz:
- Posso fazer uma pergunta?
- Claro!
- Fazer sexo a três está entre as suas fantasias?
E o homem, empolgado:
- Claro!
A mulher:
- Então corre para a sua casa que talvez ainda dê tempo!!


Domingo, Março 19, 2006

"No teatro do poder, todos são formados em Artes Cínicas."

(anônimo)



Muito Bom!!!

Vale conferir!



É um pouco longo, mas interessante!

Quem tiver mais de 50 anos ou boa memória, vai A-D-O-R-A-R !

Saudosismo


Parte I

Eu sou de um tempo distante
o chamado "tempo do onça"
tempo em que qualquer máquina
era uma geringonça
Sou do tempo em que
se amarrava cachorro com lingüiça
que aos domingos
a gente ia à missa.

Trago lembranças bacanas
das Casas Pernambucanas
das farras, no bonde aberto
dos chapéus da Casa Alberto
Tempo em que adultério era crime
e o Flamengo ainda tinha time.
Do busca-pé, do rojão,
Sou do tempo do xarope São João.

Venho do tempo em que
menino só gostava de menina
tempo do confete e serpentina
nas festas de Carnaval
do Sírio, do Monte Líbano,
dos bailes do Municipal.
Sou do tempo do bicarbonato
Do lançamento do Sonrisal.

Sou do tempo em que futebol
era pra macho
em que ninguém sossegava o facho
nos bailes de formatura
Dos play-boys botando banca
Tempo que o telefone era preto
e a geladeira era branca.

Sou do tempo em que se confiava
nas companhias aéreas
Em que a penicilina
curava as doenças venéreas
Sou do tempo da Rádio Nacional
do lança perfume no Carnaval
do calouro na hora da peneira
Tempo em que pó era o mesmo que poeira.

Tempo do terno risca de giz
da calça de boca apertada
da Lapa de Madame Satã
de poder ir torcer no Maracanã
e lembrar da mãe do juiz.
Sou do tempo do Dói-Codi
do comigo-ninguém-pode
Da ditadura envergonhada

Sou do tempo em que ficar
era não ir
Tempo de permitir
passeios à beira-mar
Tempo de se curtir a vida
sem medo de bala perdida
Tempo de respeito pelos pais
Enfim, sou de um tempo que não volta mais.

Parte II

Sou do tempo da brilhantina
do laquê, da Glostora, do Gumex
o correio não tinha Sedex
o que vinha era telegrama
trazendo uma má notícia
Sou do tempo em que a polícia
perseguia todo sambista
que tivesse alguma fama.

Tempo em que mulher é que usava brinco
em que as portas não tinham trinco
e que se dizia demorou
só pra quem chegasse atrasado
As calças não perdiam o vinco
Picada era só na bunda
se aquela febre profunda
não tivesse melhorado.

No meu tempo coca era refrigerante
e todo homem elegante
abria a porta do carro.
Aceitava-se qualquer cigarro
sem medo de ser um novo fato
Só preço podia ser barato
Bicho era só o animal
cara, o rosto do pobre mortal.

Sou do tempo do tergal
do ban-lon, do terilene,
da Emilinha e da Marlene
no sucesso musical
Sou do tempo do mocinho
e o vilão com cara de mau
do reclame de fortificante
do óleo de fígado de bacalhau.

Sou do tempo do coreto e da banda
do velho cigarro Yolanda
vendido na venda da esquina
Sou do tempo da estricnina
veneno tão poderoso
Sou do tempo do leite de magnésia
do sagu, do fubá Mimoso
do fosfato que curava a amnésia

Sou do tempo da cocoroca
do tempo da Copa Roca
que muita gente não viu
Do progresso tão abrupto
que todo mundo assistiu
porém político corrupto
o rato que sai da toca
Ora! Esse sempre existiu!

Parte III

Sou do tempo em que Benjor
se chamava Jorge Bem
A carne do bife era acém
ração de cachorro era bofe
No meu tempo não havia estrogonofe
Sou do tempo do tostão e do vintém
da zona com seus bordéis
programas de dez mil réis

Sou do tempo da Cibalena e do Veramon
Só não vi a revista Fon-fon
Assisti filmes do Rin-tin-tin
Sou do tempo da confeitaria Manon
da magia, do pó de pirlimpimpim
Colecionei estampas Eucalol
Acompanhei o lançamento da Avon
tomei o fortificante Calcigenol

Sou do tempo da PRK 30
do rádio tipo capelinha
dos contos da Carochinha
do remédio anunciado
"Veja ilustre passageiro
o belo tipo faceiro que o senhor tem a seu lado
Mas, no entanto, acredite, quase morreu de bronquite,
salvou-o o Rhum Creosotado".

Sou do tempo da Cafiaspirina
da compressa de antiflugestina
do bálsamo de benguê
Fui leitor do almanaque Tico-Tico
tempo em que trabalhador ficava rico
Sou do tempo da Casa Cave
do taco com cera Parquetina
dos discursos do Presidente Gegê.

Sou do tempo do óleo de linhaça
Andei na Maria Fumaça
Li muito a revista Cruzeiro
Escrevi com caneta- tinteiro
Separei o joio do trigo
Vi muito vigarista na cadeia
Só não fui garçon da Santa-Ceia
Também não sou assim tão antigo.

( Autoria desconhecida)


Terça-feira, Março 14, 2006

Frase da Semana:

"És a única mulher da minha vida."

(Adão)





Qual é o truque?

Não me pergunte como funciona...
Isto é incrível!



A Fábula do Gatos:

Um fazendeiro plantava milho e armazenava sua produção num paiol. Com o milho, o fazendeiro alimentava as galinhas, os cavalos,
as vacas, ovelhas e todos os outros bichos da fazenda. Os animais, por sua vez, garantiam ao fazendeiro o seu sustento.
Os ratos insistiam em roubar o milho armazenado no paiol.
Quem cuidava do paiol era um cachorro. E quem cuidava do paiol antes do cachorro era o pai do cachorro e, antes do pai, era o avô do cachorro. E sempre foi assim: a família do cachorro cuidando do paiol e não deixando que os ratos comessem o milho.
Era um trabalho duro. Os ratos não acabavam nunca e, chovesse ou fizesse sol, lá estavam para roubar uma espiga aqui, outra ali. Em reconhecimento ao seu trabalho, a bicharada elegeu o cachorro presidente da fazenda.
Um dia, apareceu um gato na fazenda. Um gato magro e bigodudo. Tivessem barba os gatos, esse poderia ser um gato barbudo. O
cachorro, como todo cachorro que se preza, ciente da sua função e do valor do seu trabalho, latiu para o gato, desejou que o gato fosse embora. O cachorro sentiu que aquele bichano de ar debochado, malicioso, sem muito gosto para o trabalho, não poderia ser grande coisa. O fazendeiro não ouviu os conselhos do cachorro e o gato foi ficando, ficando, ficando, ...
O gato, que não trabalhava, tinha bastante tempo para conversar com os outros bichos da fazenda. Os outros bichos, muito
bonzinhos, paravam para escutar o que o gato tinha para dizer: "Miau, miau, o que vai ser de mim? Não existe lugar nesta fazenda para um bichinho como eu, tão injustiçado, tão fraquinho".
Foi, então, que o cavalo lhe disse: "Mas, Seu Gato, e aquele trabalho que lhe ofereceram na casa, como guardião da despensa?.
Responde o gato:
"Não aceitei, Seu Cavalo. Na verdade, prefiro continuar com minha luta por condições mais dignas".
No fim, depois de tanta ladainha, os bichos começaram a acreditar no gato. Tanto miou, tanto fez, que um dia, os bichos
revoltados com a situação de miserabilidade do gato e com a injustiça social reinante na fazenda, resolveram destituir o cachorro. O gato foi colocado no seu lugar.
No começo, tudo foi festa: no lombo do Seu Cavalo, viajava o gato para outros sítios e fazendas, falando de sua conquista. A
fazenda vivia uma nova realidade.
Tanta festa, tanta euforia, tanta esperança, que os bichos não perceberam que mais e mais gatos não paravam de chegar. Gatos que também nunca haviam trabalhado.
Então, um dia, quando Seu Cavalo apareceu para puxar o arado, no seu lugar um bando de gatos ocupava os arreios. Dona Vaca, que produzia o melhor leite da região, foi expulsa pelos gatos companheiros do gato-presidente. As galinhas foram expulsas do galinheiro e gatos e mais gatos fingiam estar botando ovos.
Como era de se esperar, o gato-presidente não conseguia cuidar do paiol. Os ratos logo perceberam a situação e atacaram como
nunca haviam feito o milho da fazenda.
O gato-presidente foi buscar solução com o gato-conselheiro que lhe disse: "A coisa está feita. Em nome da governabilidade da
fazenda, temos que nos aliar aos ratos. Os fins justificam os meios".
E houve um pacto dos gatos com os ratos: os ratos fingiam que não roubavam o milho e os gatos fingiam que caçavam ratos.
A bicharada acreditou, e os ratos que comiam o milho por baixo do pano mantinham os gatos no poder. O milho foi acabando e os bichos começaram a ficar com fome. Quando foram reclamar para o gato-presidente, era tarde demais. Era rato por todo lado, ratos gordos e lustrosos, enquanto a bicharada não tinha mais comida.
Sem milho e traídos, os bichos perderam o maior tesouro de todos: a esperança de dias melhores.

O AUTOR

O texto acima chegou pela Internet. Seu autor é o professor universitário Aristides Athayde, de Curitiba. O colunista apenas
resumiu o conteúdo, tentando deixar inalterada a sua mensagem, em solidariedade aos bichos que trabalham para sustentar gatos e ratos.



Rapidinha...

O eletricista mineirinho vai até a UTI de um hospital do SUS, olha para os pacientes ligados a diversos tipos de aparelhos, bate palmas e diz bem alto que é pra ninguém dizer que não sabia:
- Atenção moçada!!!! Vamo dá uma respirada bem fundo, que eu preciso mudá um fusive !!!!!!!!!



Gripe Aviária ou dos Pássaros

Como há poucas informações divulgadas ainda, por favor, divulgue estas orientações.

O Centro Nacional de Controle de Zoonoses e Doenças Epidemiológicas do Ministério da Saúde emitiu uma 1ª lista dos sintomas da febre aviária ou dos pássaros.
Se você tiver algum dos sintomas abaixo, procure assistência médica imediatamente:

1. Febre alta
2. Congestão
3. Náusea
4. Fadiga
5. Uma irresistível vontade de "c*g*r" no ombro de alguém.


Quarta-feira, Março 08, 2006

DIA INTERNACIONAL DA


Amigas, aquele abraço pelo nosso dia especial, pois todos os 365 dias do ano, já são nossos mesmo...

ALMA DE MULHER...


Nada mais contraditório do que ser mulher...
Mulher que pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.

Que vive milhões de emoções num só dia e transmite cada uma delas, num único olhar.

Que cobra de si a perfeição e vive arrumando desculpas para os erros, daqueles a quem ama.

Que hospeda no ventre outras alma, dá a luz e depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gerou.

Que dá asas, ensina a voar mas não quer ver partir os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.

Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda que seu amor nem perceba mais tais detalhes.

Que como uma feiticeira transforma em luz e sorriso as dores que sente na alma, só para ninguém notar.

E ainda tem que ser forte, para dar os ombros para quem neles precise chorar.

Feliz do homem que por um dia souber, entender a Alma da Mulher...!!!

(Autor Desconhecido)








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